OMS: sedentarismo atinge 25% dos adultos e 81% dos jovens atualmente

Por: Chris Midlej
(Foto: Divulgação)
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), um em cada quatro adultos não pode ser considerado praticante de atividade física. Entre os adolescentes (11-17 anos), quatro em cada cinco são sedentários. Nos adultos, o sedentarismo está presente em 23% dos indivíduos; já nos mais jovens, esse índice é de 81%. Os dados sobre inatividade física foram apresentados pela Organização Mundial de Saúde no início de junho de 2018, juntamente com uma meta global: que países-membros da OMS se comprometam com a redução do sedentarismo em 10% até 2025 e em 15% até 2030. A nova meta da entidade está atrelada a outros objetivos: a diminuição das taxas de doenças associadas ao sedentarismo. Pessoas que não praticam atividade física têm mais chance de desenvolver condições como infarto, AVC (Acidente Vascular Cerebral), câncer de mama e câncer colorretal, por exemplo.


A atividade física também ajuda no controle do peso, contribui para a saúde mental e previne condições como a pressão alta. “O sedentarismo não é uma doença atual, porém tem feito cada vez mais vítimas conforme o passar dos anos e as mudanças de hábitos cotidianos da população. Ele pode ser evitado com práticas de atividades físicas ou de esportes, trazendo benefícios físicos e mentais para o praticante”, explica Igor Castro, Diretor Técnico da Rede Alpha Fitness. Seja através de atividades físicas de pouco impacto ou de alta intensidade, a prática de esportes melhora a qualidade de vida, desempenho físico, relaxa o corpo, renova células do corpo, ajuda a fazer amizades e fortalecer laços já existentes.

É recomendado à pessoa que deseja sair do sedentarismo, começar com atitudes diárias, como utilizar as escadas normais ao invés de elevadores ou escadas rolantes. Caso utilize o transporte público, descer um ponto antes do que está habituado e caminhar até a casa ou trabalho, além de adequar a alimentação. Todas as atividades físicas são benéficas ao organismo e, acompanhadas de uma alimentação saudável, podem fazer com que a pessoa se esquive da doença do século. “É importante fazer o acompanhamento médico e do educador físico para não ter problemas com a prática errada ou excessiva de esportes e evitar lesões. Procure também roupa e calçado adequados”, finaliza o profissional.

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