Iraquara: Professora tem experiência educativa selecionada pelo Projeto ‘Comunidade de Aprendizagem’

A professora Simone Neves Pinto é ex-aluna do curso de Pedagogia da Universidade do Estado da Bahia, campus de Seabra

Informações Jornal da Chapada
(Foto: Montagem do JC/Divulgação)


A professora Simone Neves Pinto, da Rede Municipal de Ensino de Iraquara, município da Chapada Diamantina, e ex-aluna do curso de Pedagogia da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), campus de Seabra, teve sua atuação educativa selecionada pela equipe da ‘Comunidade de Aprendizagem’, projeto que difunde e seleciona ideias de êxito voltadas para a transformação educacional e social e visa melhora relevante na aprendizagem escolar em todos os níveis, e também o desenvolvimento da convivência e de atitudes solidárias.
Em 2017, o projeto orientou que os envolvidos com Comunidade de Aprendizagem enviassem suas histórias sobre transformação de alunos, familiares e educadores. Foram selecionados os 10 registros mais significativos, entre eles ficou o da professora Simone que participou do sétimo Encontro Internacional de Comunidade de Aprendizagem, em São Paulo, com despesas pagas!
Realização de sonhos
De acordo com relato de experiência da professora Simone Neves, na Escola Maria Nilda de Carvalho, “desde 2016 o projeto Comunidade de Aprendizagem está na escola e foi bem aceito pela equipe, estudantes, pais e comunidade do entorno”. Neves aponta que as primeiras ações têm sido um sucesso, com empolgação por parte de todos e a esperança de dias melhores.
“Como toda a comunidade está envolvida no processo de formação de seus indivíduos, os sonhos dos alunos foram apresentados à gestão pública municipal. As turmas pediam uma escola com espaço de lazer, local adequado para o plantio de hortas, construção de jardim e uma quadra poliesportiva. Mas o prédio fica em um terreno acidentado e cheio de pedras, então parecia impossível realizar esses sonhos!”, salienta a professora.
Ainda conforme a educadora, uma solução está no caminho de ser alcançada: a escola será transferida para outro prédio e terá quadra poliesportiva, salas para o desenvolvimento de oficinas no contraturno e banheiros com chuveiro. “Há também espaço para construção de jardim, hortas e um pequeno pomar. Em 2018 a escola passará a funcionar em tempo integral, proporcionando uma transformação social e cultural que envolve alunos, professores, pais e demais cidadãos na construção de um projeto educativo e cultural próprio, para educar a si, suas crianças, seus jovens e adultos”, completa. Jornal da Chapada com informações de assessoria.
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