Secretaria de Agricultura defende prática da vaquejada na Bahia

Órgão afirma que atualmente são realizados mais de quatro mil eventos em todo o estado, movimentando R$ 800 milhões por ano

Informações bahia.ba
(Foto: Divulgação)

A Secretaria da Agricultura do Estado (Seagri) declarou por meio de nota que é contra a decisão do Supremo Tribunal Federal em proibir a prática da vaquejada. Na publicação, o órgão afirma que a equideocultura é a segunda atividade econômica da pecuária nacional, e a Bahia possui o primeiro plantel de equídeos nacional (equinos, muares e asininos), o que contribui significativamente para a economia regional do setor agropecuário, responsável pela geração de milhares de postos de trabalho.
De acordo com estimativas da Associação Baiana de Vaquejada, atualmente são realizados mais de quatro mil eventos em todo o estado, movimentando R$ 800 milhões por ano, e gerando cerca de 720 mil empregos, sendo 120 mil diretos e 600 mil indiretos. A Seagri diz que a prática do esporte vêm se adequando às novas regulamentações de bem-estar animal e garante a sanidade de vaqueiros e bichos.
Na Bahia, a vaquejada é regulamentada pela lei 13.454/15, como prática desportiva e cultural.
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