Acusado diz que matou trans por achar que ele era informante

A informação foi divulgada durante coletiva de imprensa, na sede do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa, nesta terça (24), na Pituba

Informações bahia.ba
(Foto: Mateus Pereira/ GOVBA)

Julimar da Paixão Pereira, mais conhecido como “Lenga” ou “Davi”, acusado de matar o vendedor transexual Thadeu Nascimento, de 24 anos, em maio deste ano, em Salvador, afirmou que havia cometido o crime por suspeitar que vítima era informante da polícia.
A informação foi divulgada durante coletiva de imprensa, na sede do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa, nesta terça (24), na Pituba. O suspeito teve mandado de prisão temporária cumprido no domingo (22).
Segundo a polícia, Lenga é chefe de uma organização de tráfico de entorpecentes na Fazenda Grande II, onde Thadeu residia. Ainda de acordo com a polícia, Julimar era vizinho da vítima até 2016, ano em que houve uma operação policial que ocasionou a sua fuga para São Cristóvão.
O suspeito nega as acusações, mas a polícia afirmou que o grupo de Davi acreditava que a vítima teria sido responsável por denunciar os traficantes, e o assassinato teria sido um “acerto de contas”. Julimar será encaminhado para o sistema prisional, onde ficará à disposição da Justiça.
Compartilhar Google Plus

Caixa de comentários

0 Comentários:

Postar um comentário