YouTube promete rever ferramenta após acusação de censura a LGBTs

A dupla Tegan e Sara, atração do Lollapalooza deste ano, criticou o site, que teria banido seus vídeos sem justificativa

Informações bahia.ba
A dupla Tegan e Sara acusou o site de censura a seus vídeos (Foto: Divulgação)
A dupla Tegan e Sara acusou o site de censura a seus vídeos (Foto: Divulgação)


Após protestos de usuários, inclusive a dupla Tegan e Sara, o YouTube irá rever a classificação de alguns vídeos publicados em sua plataforma. As queixas acusam o site de censurar conteúdo LGBT. A dupla, uma das atrações do Lollapalooza que começa neste sábado (25), em São Paulo, usou o Twitter há alguns dias para reclamar que o YouTube baniu, sem justificativa, alguns de seus videoclipes do modo restrito da plataforma.
A função foi criada para filtrar conteúdo “potencialmente inapropriado”. “As pessoas LGBTQ não devem sofrer restrição”, escreveram as cantoras. “A conclusão é que o recurso não está funcionando da maneira que deveria. Lamentamos e vamos corrigi-lo”, afirmou o YouTube em comunicado. “Nosso sistema às vezes comete erros ao entender o contexto e as nuances quando avalia quais vídeos serão disponibilizados no modo restrito”.
O recurso de restrição dos vídeos do YouTube permite que usuários filtrem conteúdo que não é apropriado para menores de 18 anos. O serviço define a ferramenta como um “recurso opcional para ajudar instituições como escolas, bem como usuários que querem controlar melhor o conteúdo que veem” no site.
Os tipos de cenas filtradas podem variar de acordo com os padrões das comunidades de cada país, mas normalmente incluem “linguagem sexualmente explícita ou profanação excessiva” e imagens violentas ou perturbadoras. Segundo o YouTube, cerca de 1,5% das visualizações diárias na plataforma é feita por usuários com o modo restrito ativado.
Compartilhar Google Plus

Caixa de comentários