Alagoinhas: sem salários, motoristas do transporte escolar mantêm greve

A prefeitura prevê que a dívida de agosto seja quitada de imediato e os valores em aberto, referente ao mês de setembro, sejam regularizados até o dia 25

Informações bahia.ba
(Foto: Letícia Verdi / MEC)

Os condutores dos 70 ônibus, micro-ônibus e vans que fazem o transporte escolar entre a zona rural e a sede de Alagoinhas, no nordeste baiano, completam, nesta terça-feira (18), dez dias de braços cruzados por causa do atraso de dois meses nos salários.
Segundo a TV Subaé, mais de 3.500 estudantes de escolas públicas da cidade, inclusive os que possuem algum tipo de deficiência, têm encontrado dificuldade para comparecer às aulas. Prejudicada, uma parte dos alunos tem perdido as revisões para as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
Nesta segunda-feira (17), 150 alunos da rede pública de Alagoinhas realizaram uma manifestação em frente à prefeitura para pedir providências quanto à suspensão do transporte.
A gestão municipal justificou que o pagamento à empresa terceirizada não foi realizado devido ao atraso nos repasses de verba pelo Governo Federal. A categoria informou que a dívida já ultrapassa R$ 1,6 milhão.
A prefeitura prevê que a dívida de agosto seja quitada de imediato e os valores em aberto, referente ao mês de setembro, sejam regularizados até o dia 25.
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