Dois baianos lutam na sexta edição do UFC Rio neste sábado (21)

Amanda Nunes vai encarar a americana Shayna Baszler e Kevin Souza luta contra o japonês Katsunori Kikuno

Informações Correio24horas
O Rio de Janeiro recebe neste sábado (21) a sexta edição do UFC Rio, que será realizado no Maracanãzinho com a luta principal entre Demian Maia e o americano Ryan LaFlare no peso-meio-médio (até 77,6kg).
Além do combate principal, os brasileiros estão presentes nas outras onze lutas do evento. Entre eles, dois baianos no octógono mais famoso do planeta. Amanda Nunes vai encarar a americana Shayna Baszler pelo peso-galo feminino (até  61,7kg). A baiana vem de derrota para Cat Zingano.
Baiano Kevin Souza luta contra o japonês Katsunori Kikuno nos penas (Foto: Divulgação)
Baiano Kevin Souza luta contra o japonês Katsunori Kikuno nos penas (Foto: Divulgação)
Quem também está focado para trazer o triunfo para a Bahia é Kevin Souza. O baiano, que mora em Florianópolis, luta contra o japonês Katsunori Kikuno nos penas (66,2kg). Oriundo do boxe, Kevin está empolgado para a sua terceira luta no UFC. O lutador treina a trocação com o “ídolo, professor, amigo e referência” Kelson Carlos e se diz preparado para o combate. “Eu sempre treino tudo: jiu-jitsu, wrestling... A parte em pé é minha casa. Atenção total no boxe e o resto eu sempre administro”, comentou.
Kevin tem um cartel de 15 vitórias e três derrotas no MMA. Pelo UFC, ele tem dois triunfos. Agora, planeja o décimo quarto nocaute na carreira. “Estou com um desejo de buscar outro nocaute. É um evento muito grande, nas primeiras lutas você acaba sentindo um pouco. Estou me soltando”, falou. Sobre o adversário, o baiano prega respeito, mas confia no poder das suas mãos. “É um cara muito experiente. Já lutou nos maiores eventos, mas, se ele vir pra trocar, vai ser nocauteado”, revelou.
Nascido e criado em Salvador, na comunidade do Dique Pequeno, que fica próximo à Fonte Nova, Kevin mora há seis anos em Florianópolis, mas nunca esqueceu as suas origens. “Eu sempre grito: o Comando é Dique, quando estou no octógono”, conta.
Sobre o futuro no UFC, o baiano sonha em disputar o cinturão  que hoje pertence a José Aldo. “É um passo de cada vez.  Aldo é  um dos maiores de todos os tempos. Espero que quando chegar a minha vez, ele não esteja mais lá. É um fenômeno. Imagina um baiano conseguindo o cinturão em cima de um fenômeno?”, brincou.    
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